História de Moçambique


Descubra o passado de Moçambique


Conhecer a história do país que você está visitando proporciona uma viagem muito mais rica e ajuda a compreender os povos e culturas que você encontrará. Leia aqui para saber mais sobre a história da República de Moçambique, um país no sudeste da África margeado pelo Oceano Índico ao leste.
 
Os primeiros habitantes de Moçambique foram caçadores-segadores San, mas entre os séculos I e IV d.C., ondas de povos falantes de Bantu começaram a chegar. Eles migraram do norte através do vale do Rio Zambeze até o planalto e a costa. Eles se estabeleceram, expulsaram os habitantes originais e introduziram a agricultura. Colônias comerciais suaílis e árabes existiram ao longo da costa e nas ilhas externas durante séculos e faziam comércio com Madagascar e o Extremo Oriente.
 
Pré-independência
 
Em 1498, o explorador português Vasco da Gama chegou ao litoral de Moçambique com quatro navios. Dois anos depois, ele voltou com mais navios, armas e a intenção de tomar o controle da região.  A esquadra portuguesa seguiu seus passos e em poucos anos os portugueses assumiram todo o comércio realizado no país. Eles destruíram a maior parte da civilização islâmica-africana, justificando a violência e a matança como uma cruzada cristã contra a influência islâmica.
 
Em 1752, Portugal reivindicou Moçambique como sua colônia. O comércio de escravos começou e teve grande importância no comércio da nação. A maioria dos escravos daqui foi levada para plantações de açúcar francesas em Reunion e Maurício e plantações portuguesas no Brasil. Em 1869, Portugal aboliu oficialmente a escravidão, mas o comércio de seres humanos continuou em Moçambique até cerca de 1900. O governo colonial terminou em 1975 quando os portugueses se retiraram e concederam a independência ao país.
 
Pós-independência
 
FRELIMO (A Frente de Libertação de Moçambique), um movimento de libertação fundado em 1962 para lutar pela independência, estabeleceu um estado unipartidário aliado ao bloco soviético. Eles proibiram a oposição partidária e erradicaram instituições educacionais religiosas e o papel das autoridades tradicionais. Em retaliação, surgiu um movimento rebelde armado e grupo político anticomunista chamado RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana). Patrocinado pelos governos de minoria branca da Rodésia e da África do Sul, eles entraram em uma destruidora guerra civil com o novo governo a partir de 1977. Guerra, sabotagem dos estados vizinhos e colapso econômico caracterizaram a primeira década da independência de Moçambique.
 
A guerra civil terminou em 1992 com os Acordos gerais de paz de Roma. Sob supervisão das Nações Unidas, a paz voltou a Moçambique. O regime de governo moçambicano estabeleceu democracia, eleições multipartidárias em 1994 e terminou com o governo unipartidário. A FRELIMO venceu as primeiras eleições com uma grande maioria de votos. Eles assumiram visões democráticas mais sociais e receberam apoio ativo do governo de Margaret Thatcher no Reino Unido. Moçambique se tornou membro da Commonwealth of Nations. Em meados de 1995, mais de 1,7 milhão de refugiados moçambicanos, que haviam buscado asilo em Malaui, no Zimbábue, na Suazilândia, na Zâmbia, na Tanzânia e na África do Sul para fugir da guerra e da seca, retornaram. Aproximadamente outros 4 milhões de pessoas internamente desalojadas também voltaram às suas regiões de origem. O povo moçambicano e seu governo deixaram o passado de guerra para trás e se concentraram em reconstruir o país.
 
Hoje, o país é mais pacífico e seguro para turistas visitarem. É um destino turístico popular e em desenvolvimento, com vários hotéis de luxo a partir dos quais você pode conhecer o país. Se tiver alguma dúvida sobre reservar uma viagem para cá, fale com um dos nossos consultores de viagem especialistas.

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