Vida selvagem da Namíbia


Os animais que você pode ver na Namíbia


Viaje para a Namíbia e veja as fantásticas adaptações que os animais selvagens e as plantas apresentam à vida nesse ambiente inóspito. Das grandes árvores até os pequenos insetos, todos parecem se esforçar ao máximo para preservar a água, simplesmente para sobreviver.

  • Em Damaralândia, veja os elefantes do deserto, que se adaptaram para viver sem água por até quatro dias
  • No Deserto da Namíbia, os besouros tenebrionídeos coletam a água contida na neblina
  • Em Sossusvlei, fotografe o órix, que é capaz de controlar a temperatura do seu cérebro, dissipando-a pelos vasos capilares
  • Damaralândia é um viveiro para a evolução de lagartixas e abriga a maior população do mundo de rinocerontes-negros adaptados ao deserto
  • Veja as focas na colônia do Cabo Cross
  • A Faixa de Caprivi é um oásis verdejante de rios e alagados, semelhante a Chobe e Okavango

O que torna um safári na Namíbia tão especial?

A Namíbia costuma ser descrita como uma terra de contrastes e a sua vida selvagem não é uma exceção. Viaje para a Namíbia e veja uma paisagem intocada e remota. As primeiras impressões geralmente são de uma paisagem quente e bastante inóspita, mas ao longo de toda a sua viagem pela Namíbia, você ficará fascinado pelas fantásticas e especiais adaptações que os animais selvagens apresentam a essas condições.

Safári na Namíbia

O Deserto da Namíbia é um dos mais antigos do mundo e se estende por mais de 2.000 quilômetros, desde o sul de Angola, ao longo da costa da Namíbia e do oeste da África do Sul. Acredita-se que o deserto surgiu há cerca de 80 milhões de anos, mas a sua mudança mais recente ocorreu há cerca de cinco milhões de anos, após o estabelecimento da fria corrente de Benguela. Os ventos oriundos dessa fria corrente oceânica que atingem a massa terrestre contêm pouquíssima umidade, implicando em pouca ou nenhuma precipitação de chuva na região costeira da Namíbia. Os animais selvagens que vivem no Deserto da Namíbia estão especialmente adaptados à vida sob essas condições secas. É natural que a umidade seja fundamental à vida. Certas plantas, como o melão Nara e a pontiaguda grama Eragrostis, utilizam a neblina que chega ao litoral vinda da fria corrente de Benguela, provendo sustento para diversas espécies selvagens.

O órix controla a temperatura do seu corpo, passando o sangue por uma rede de vasos capilares, antes que ele chegue ao cérebro. As grandes orelhas do otócion têm uma fina rede de veias, com função semelhante, enquanto que o esquilo do gênero Xerus levanta a sua densa cauda para que funcione como um guarda-chuva a protegê-lo com sombra. Sem exagero, dentre os animais mais cômicos, destacam-se os lagartos do deserto, que parecem dançar ao retirar alternadamente as patas da quente areia do deserto – uma maneira eficiente de se refrescarem!

A maior árvore do deserto da Namíbia, a Acacia erioloba, tem raízes muito profundas, que lhe permitem obter água abaixo da superfície. Suas vagens em forma de rim são muito nutritivas e apreciadas por cabras-de-leque e outros animais herbívoros. A casca áspera da árvore proporciona esconderijos para lagartos da família Scincidae, lagartixas, escorpiões, aranhas e inúmeros insetos. Os ramos da Acacia erioloba abrigam muitos pássaros, inclusive tecelões-sociáveis, águias e abutres.

O principal destino para ver animais selvagens na Namíbia

Se quiser ver animais selvagens da Namíbia em toda a sua beleza, sem dúvida visite o Parque Nacional Etosha. Proclamada reserva de animais em 1907, pelo governador Friedrich von Lindequist, esta é a maior reserva da Namíbia e, por ter uma área descomunal de 2,27 milhões de hectares, uma das maiores da África. A reserva abriga os Big Five africanos, assim como espécies locais, como o impala-de-cara-preta e o dik-dik de Damara.

Já se interpretou Etosha como sendo o "local de miragens", "local da água seca" ou "enorme área branca". Até hoje, grande parte da apreciação da caça dessa região se concentra na salina de Etosha. A Namibia Wildlife Resorts (agência de proteção à vida selvagem do governo da Namíbia) tem três alojamentos no Parque Nacional Etosha: Okaukuejo, Namutoni e Halali. Okaukeujo é conhecido pelo charco artificialmente iluminado onde rinocerontes-negros, elefantes e leões costumam matar a sede. Há diversas reservas particulares adjacentes ao Parque Nacional Etosha, como as Reservas de Animais Onguma e Ongava. A vantagem dessas reservas é que é possível apreciar animais selvagens à noite e a pé.

Damaralândia e Kaokoland - noroeste da Namíbia

Do ponto de vista da vida selvagem, a região conhecida como Kaokoveld é importante devido à sua população relativamente saudável de rinocerontes-negros do deserto e elefantes do deserto. A região é verdadeiramente selvagem, tendo permitido a sobrevivência dos rinocerontes-negros do deserto. Em 1960, estima-se que havia 100.000 rinocerontes-negros em toda a África; atualmente, existem apenas cerca de 2.600, o que os torna criticamente significativos. O elefante do deserto não é uma espécie diferente do elefante africano (Loxodonta africana), mas se adaptou às condições secas do Kaokoveld. Ele precisa beber água a cada três ou quatro dias e aprendeu a desperdiçar menos ao se alimentar, usando as folhas, brotos, cascas de árvores, flores, bulbos, tubérculos, raízes, capim e ciperáceas.

Costa atlântica: Costa do Esqueleto e Swakopmund, Namíbia

Comparando-se as espécies selvagens presentes no restante da Namíbia, a variedade do litoral atlântico é absolutamente singular.

Dentre as mais notáveis, destaca-se o lobo-marinho do Cabo, com uma imensa colônia de 80.000 a 100.000 integrantes, em Cabo Cross, próximo a Swakopmund. Essa é apenas uma dentre seis colônias da espécie na parte continental da África do Sul e da Namíbia. Quando os machos a visitam, os territórios são demarcados e defendidos com agressividade. Ao longo dos seus primeiros meses de vida, os filhotes são muito vulneráveis e atraem chacais-de-dorso-negro e hienas-castanhas, que os devoram.

A Costa do Esqueleto é um parque nacional muito interessante e seu nome se refere aos vários navios que encalharam aqui no passado. As águas da região são muito ricas em nutrientes e atraem grande quantidade de peixes, como pescadas, sardinhas, anchovas e cavalinhas do Cabo que, por sua vez, atraem aves marinhas e litorâneas que as devoram. Outra espécie selvagem endêmica a essa parte da Namíbia é o golfinho-de-Heaviside, limitada a águas rasas de regiões costeiras. É interessante observar que a primeira descrição científica precisa dessa espécie foi publicada somente em 1988.

Faixa de Caprivi da Namíbia: uma combinação entre Okavango e Chobe

A Caprivi é uma parte muito diferente da Namíbia, um conjunto de florestas e várzeas verdejantes, onde os rios jamais secam. Ela é um enclave que liga a Namíbia a quatro países, em meio a uma convergência fluvial extraordinária.

Os animais selvagens dessa região incluem o búfalo africano, o impala comum, o antílope-ruão, o cobo-vermelho, o puku, o damalisco, o redunca e o elefante. Ela é o único local da Namíbia em que se pode observar o hipopótamo e o crocodilo do Nilo. A avifauna daqui é prolífica. É possível encontrar mais de 400 espécies de aves nos canais e nas florestas.

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